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Quarta-feira, 22 de Abril 2026

Política

Em ato por anistia a condenados do 8/1, Bolsonaro se une a aliados, governadores, deputados e senadores

No evento realizado em Copacabana na manhã deste domingo (16), milhares de brasileiros estivam presentes na manifestação.

Robston Rial
Por Robston Rial
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Em ato por anistia a condenados do 8/1, Bolsonaro se une a aliados, governadores, deputados e senadores
Em ato por anistia a condenados do 8/1, bandeiras do Brasil, EUA e Israel também marcam o encontro onde Bolsonaro se une a aliados, governadores, deputados e senadores. (Foto: Reprodução/Youtube Metrópoles).
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Em seu discurso, Bolsonaro afirmou não estar obcecado pelo poder, mas sim movido pelo amor ao Brasil. Ele enfatizou que não pretende deixar o país e aproveitou para criticar o governo Lula, o ministro Alexandre de Moraes e a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Além disso, defendeu a anistia para os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.

A manifestação reforça a mobilização em favor da anistia dos condenados pelos atos do 8 de janeiro. Com as recentes sentenças do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou mais 63 pessoas na última semana, o número total de sentenciados já soma 480.

O ex-presidente chegou ao local onde o trio elétrico estava estacionado, em Copacabana, pouco depois das 10h, acompanhado por diversos políticos.

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Discurso de Bolsonaro

 

Bolsonaro iniciou sua fala por volta das 11h40 e discursou por um pouco mais de 30 minutos. Visivelmente emocionado, mencionou a situação das pessoas presentes e destacou a condição dos presos pelos atos de 8 de janeiro. Em sua defesa das mulheres, citou nominalmente algumas que estão detidas.

Ele também denunciou o que classificou como perseguição política. “Jamais imaginei que veríamos brasileiros refugiados pelo mundo. Até poucos anos atrás, isso era impensável”, afirmou.

Durante o discurso, interrompeu a fala para solicitar atendimento médico a uma pessoa da plateia que passou mal, possivelmente devido às altas temperaturas. No Rio de Janeiro, a manhã de domingo registrava cerca de 30ºC, com alta umidade e sensação térmica elevada.

Milhares de pessoas se reuniram em Copacabana na manhã deste domingo (16)
Foto: Reprodução/YouTube Metrópoles

 

Bolsonaro voltou a criticar a denúncia contra ele, atacou Alexandre de Moraes, questionando a transparência dos inquéritos, e direcionou críticas ao governo Lula. Também relembrou momentos da campanha eleitoral de 2022, alegando ter sido alvo de perseguição por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O ex-presidente do PL argumentou que os participantes dos atos de 8 de janeiro foram induzidos a uma armadilha. Além disso, ressaltou que diversas acusações contra ele foram desmentidas ao longo do tempo, citando os casos das joias sauditas e da suposta falsificação de comprovante de vacinação contra a Covid-19. “Restou apenas a fumaça do golpe”, declarou.

Por fim, Bolsonaro negou qualquer intenção de deixar o Brasil e afirmou que sua ausência nas eleições de 2026 representaria uma negação da democracia no país.

FONTE/CRÉDITOS: Metrópoles (Canal Youtube).
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