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Silas Malafaia promove almoço entre Jair Bolsonaro e pastores no Rio de Janeiro

O presidente se reuniu com cerca de 100 ministros de diversas denominações no Congresso Cimeb 2019

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, presidente Jair Bolsonaro, pastor Silas Malafaia, presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e o governador do Rio, Wilson Witzel, em momento de oração. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Mais de 100 pastores de diferentes denominações do Brasil se reuniram, na tarde desta quinta-feira (11), em um hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Os líderes, que participam do Congresso do Conselho Inter denominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) 2019, almoçaram com o pastor Silas Malafaia e o presidente Jair Bolsonaro.

Além de alguns deputados, também estiveram presentes o governador e o vice-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e Cláudio Castro; os senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Vanderlan Cardoso (PP-GO) e Zequinha Marinho (PSC-PA); o juiz Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF); e Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional.

Responsável pela abertura do congresso, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), destacou a importância da presença de parte da liderança evangélica no almoço.

– A igreja evangélica brasileira não tem líder máximo. É marcada por várias lideranças independentes e fortes. Todos vieram aqui, não pelo Silas Malafaia. Todos têm o desejo de ver o Brasil melhor. Todos vieram aqui para dar apoio ao presidente.

Vindo da capital mineira, o pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, expressou seu contentamento em poder participar de um momento tão importante, não só para os evangélicos, mas para todo o país.

– Nunca aconteceu de o presidente ter a oportunidade de contar com uma cobertura espiritual. A compreensão que temos é o mandamento do Senhor de orar pelas nossas autoridades e a autoridade maior no nosso país é ele. Se o presidente Jair Bolsonaro tem uma consciência de que um grupo de pastores ora por ele, então ele tem a iluminação do Espírito Santo para tomar as decisões.

Já o pastor Claudio Duarte, do Projeto Recomeçar, em Xerém (RJ), destacou a importância em estabelecer um nível de influência e ter acesso ao presidente da República. Ele acredita que, de forma moderada, religião e política podem chegar a um equilíbrio.

– Não estamos querendo estabelecer a religião na política, nós entendemos que o Estado é laico, mas demonstra a força e o poder da Igreja, algo que outrora havia sido negligenciado. A política está aí com o propósito de atender a todos. Vejo uma forma bem produtiva esse equilíbrio onde a influência vai entrando de uma forma paulatina.

O pastor John Charles Hagee, fundador da Cornerstone Church, no Texas (EUA) e da Christians United for Israel, a maior organização cristã-sionista do mundo, foi convidado para trazer uma mensagem aos presentes.

Coube a John Hagee, o primeiro e mais longo discurso da tarde.

Prega o americano, com amparo de um pastor-tradutor: “A menina dos olhos de Deus precisa da nossa ajuda”. E corajosos, continua, são os políticos que entendem que “quando você começar a abençoar Israel de maneira prática, haverá uma explosão sobrenatural”.

Quem Hagee garante que lhe deu ouvidos: Donald Trump. O pastor esteve na Casa Branca em 2017 e, diz, repetiu as mesmas palavras para o presidente americano, um ser “gracioso, defensor apaixonado de Israel”.

Meses depois, Trump decretou a mudança do corpo diplomático dos EUA para a cidade dividida entre uma parte ocidental e outra oriental, reivindicada por palestinos como sua futura capital.

Creditando-se como amigo pessoal “de Bibi” (Binyamin Netanyahu, que acabou de assegurar seu quinto mandato como primeiro-ministro israelense), o evangelizador americano disse ver o Brasil como “a chave para a América Latina”. Eis que, “como um raio do céu”, veio Malafaia e o convidou para o Brasil. Gratidão.

“Minha vida é feita de muita coincidência”, diz Bolsonaro na sua vez de discursar. Ali estão reunidos personagens que o lembravam de passagens centrais em sua vida. Malafaia, por exemplo, celebrou seu casamento com a primeira-dama Michelle, em 2013.

O apóstolo Miguel Ângelo, da Igreja Evangélica Cristo Vive; o pastor Paulo César Brito, da Igreja Maranata; o presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Bezerra da Costa; o pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus em Belém do Pará; o vice-presidente da Convenção Batista Brasileira (CBB), pastor José Laurindo; e o ex-senador Magno Malta também prestigiaram a reunião.

Fonte

Portal Gospel Play, com informações de Pleno.News e Folha de S. Paulo
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Silas Malafaia promove almoço entre Jair Bolsonaro e pastores no Rio de Janeiro

Portal Gospel Play, com informações de Pleno.News e Folha de S. Paulo

Mais de 100 pastores de diferentes denominações do Brasil se reuniram, na tarde desta quinta-feira (11), em um hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Os líderes, que participam do Congresso do Conselho Inter denominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) 2019, almoçaram com o pastor Silas Malafaia e o presidente Jair Bolsonaro.

Além de alguns deputados, também estiveram presentes o governador e o vice-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e Cláudio Castro; os senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Vanderlan Cardoso (PP-GO) e Zequinha Marinho (PSC-PA); o juiz Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF); e Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional.

Responsável pela abertura do congresso, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), destacou a importância da presença de parte da liderança evangélica no almoço.

– A igreja evangélica brasileira não tem líder máximo. É marcada por várias lideranças independentes e fortes. Todos vieram aqui, não pelo Silas Malafaia. Todos têm o desejo de ver o Brasil melhor. Todos vieram aqui para dar apoio ao presidente.

Vindo da capital mineira, o pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, expressou seu contentamento em poder participar de um momento tão importante, não só para os evangélicos, mas para todo o país.

– Nunca aconteceu de o presidente ter a oportunidade de contar com uma cobertura espiritual. A compreensão que temos é o mandamento do Senhor de orar pelas nossas autoridades e a autoridade maior no nosso país é ele. Se o presidente Jair Bolsonaro tem uma consciência de que um grupo de pastores ora por ele, então ele tem a iluminação do Espírito Santo para tomar as decisões.

Já o pastor Claudio Duarte, do Projeto Recomeçar, em Xerém (RJ), destacou a importância em estabelecer um nível de influência e ter acesso ao presidente da República. Ele acredita que, de forma moderada, religião e política podem chegar a um equilíbrio.

– Não estamos querendo estabelecer a religião na política, nós entendemos que o Estado é laico, mas demonstra a força e o poder da Igreja, algo que outrora havia sido negligenciado. A política está aí com o propósito de atender a todos. Vejo uma forma bem produtiva esse equilíbrio onde a influência vai entrando de uma forma paulatina.

O pastor John Charles Hagee, fundador da Cornerstone Church, no Texas (EUA) e da Christians United for Israel, a maior organização cristã-sionista do mundo, foi convidado para trazer uma mensagem aos presentes.

Coube a John Hagee, o primeiro e mais longo discurso da tarde.

Prega o americano, com amparo de um pastor-tradutor: “A menina dos olhos de Deus precisa da nossa ajuda”. E corajosos, continua, são os políticos que entendem que “quando você começar a abençoar Israel de maneira prática, haverá uma explosão sobrenatural”.

Quem Hagee garante que lhe deu ouvidos: Donald Trump. O pastor esteve na Casa Branca em 2017 e, diz, repetiu as mesmas palavras para o presidente americano, um ser “gracioso, defensor apaixonado de Israel”.

Meses depois, Trump decretou a mudança do corpo diplomático dos EUA para a cidade dividida entre uma parte ocidental e outra oriental, reivindicada por palestinos como sua futura capital.

Creditando-se como amigo pessoal “de Bibi” (Binyamin Netanyahu, que acabou de assegurar seu quinto mandato como primeiro-ministro israelense), o evangelizador americano disse ver o Brasil como “a chave para a América Latina”. Eis que, “como um raio do céu”, veio Malafaia e o convidou para o Brasil. Gratidão.

“Minha vida é feita de muita coincidência”, diz Bolsonaro na sua vez de discursar. Ali estão reunidos personagens que o lembravam de passagens centrais em sua vida. Malafaia, por exemplo, celebrou seu casamento com a primeira-dama Michelle, em 2013.

O apóstolo Miguel Ângelo, da Igreja Evangélica Cristo Vive; o pastor Paulo César Brito, da Igreja Maranata; o presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Bezerra da Costa; o pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus em Belém do Pará; o vice-presidente da Convenção Batista Brasileira (CBB), pastor José Laurindo; e o ex-senador Magno Malta também prestigiaram a reunião.