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Pai luta na Justiça para que seu filho de 7 anos não seja transformado em menina

Numa batalha judicial contra ex-mulher, Jeff Younger tenta evitar que seu filho sofra essa violência de gênero

Jeff Younger (esquerda) e seu filho James. (Foto: Save James)

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Enquanto sua ex-mulher está se movendo na direção oposta para transformar o filho em uma menina, um pai do Estado do Texas (EUA), está lutando com todas as suas forças para proteger seu filho de apenas sete anos contra essa experiência proposta da transição de gênero.

Este é apenas o caso mais recente de pais travando uma batalha legal sobre o sexo de seu filho, nos Estados Unidos.

Jeff Younger foi acusado de abuso infantil por sua ex-esposa por não tratar o filho James como uma menina, de acordo com o LifeSite News.

Younger afirma que está procurando preservar os interesses de seu filho, o pequeno James, que só manifesta características femininas quando está perto de sua mãe.

"James se apresenta como um garoto comigo e ele se apresenta como uma garota com sua mãe", disse Younger.

O pai explicou que James gosta de lutar, lutar com espadas, jogar videogame e procurar insetos.

O irmão gêmeo de James, Jude, está confuso com a situação, mas Younger foi ordenado pelo tribunal a não discutir detalhes com ele.

A mãe de James, Anne Georgulas, registrou a criança no jardim de infância como uma menina com o nome "Luna". Quando ele está com a mãe, ele se veste como uma menina e até usa o banheiro feminino.

O site americano CBN News entrou em contato com o advogado de Georgulas, mas não teve resposta antes da publicação. Seu lado pode ser visto através da ordem de restrição que ela apresentou contra Younger, proibindo-o de pegar os dois filhos na escola. A ordem também o proíbe de conversar com os professores de James ou com ele na frente de seus amigos.

"Limitar a posse consecutiva do Pai durante a noite de ambos os filhos e / ou a supervisão do pai, se ele não o chamar [James] de Luna (sic). Impedir o pai de se envolver em um comportamento não afirmativo e / ou levar Luna para fora de casa como James, ou permitindo que outros o façam ", afirma o caso dela.

Georgulas é pediatra e foi autorizada a administrar o tratamento psiquiátrico e psicológico de James e Jude. Ela levou James para ver uma conselheira, que o diagnosticou com disforia de gênero.

Younger disse: "Quando levei James para ver sua conselheira que a afirma como menina, ele foi como menino. A conselheira colocou duas notas adesivas em cima da mesa. Uma estava com James. Uma tinha o nome falso de menina. Então ela pediu: 'qual nome você quer que seja chamado, pegue a nota'. Ele pegou James. "

O pai argumentou que James não atende aos critérios para apoiar um diagnóstico de disforia pediátrica de gênero e não deve ser permitido que ele tome esse tipo de decisão que provoca alterações para o resto da vida.

Contexto

A CBN News já havia relatado outras disputas familiares sobre o sexo de uma criança. E há um debate significativo sobre a transição de crianças para o sexo oposto, mesmo entre alguns na comunidade médica secular.

"Os médicos não têm evidências de que o tratamento será o correto", explicou o psiquiatra Dr. Paul McHugh, da Universidade John Hopkins, em Baltimore. "Muitas pessoas estão fazendo o que equivale a um experimento com esses jovens sem dizer que é um experimento".

Já a pediatra Michelle Cretella disse durante um fórum da Heritage Foundation: "Doutrinar as crianças em idade pré-escolar com a mentira de que você pode ‘ficar preso no corpo errado’, mais uma vez, isso está atrapalhando os testes normais da realidade e o desenvolvimento cognitivo. Essas coisas são abusivas".

Veja mais!

Medicamentos aplicados para "transição de gênero" em crianças, já somam mais de 6000 mortes

Fonte

Portal Gospel Play, com informações de GUIAME, via CBN NEWS
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Pai luta na Justiça para que seu filho de 7 anos não seja transformado em menina

Portal Gospel Play, com informações de GUIAME, via CBN NEWS

Enquanto sua ex-mulher está se movendo na direção oposta para transformar o filho em uma menina, um pai do Estado do Texas (EUA), está lutando com todas as suas forças para proteger seu filho de apenas sete anos contra essa experiência proposta da transição de gênero.

Este é apenas o caso mais recente de pais travando uma batalha legal sobre o sexo de seu filho, nos Estados Unidos.

Jeff Younger foi acusado de abuso infantil por sua ex-esposa por não tratar o filho James como uma menina, de acordo com o LifeSite News.

Younger afirma que está procurando preservar os interesses de seu filho, o pequeno James, que só manifesta características femininas quando está perto de sua mãe.

"James se apresenta como um garoto comigo e ele se apresenta como uma garota com sua mãe", disse Younger.

O pai explicou que James gosta de lutar, lutar com espadas, jogar videogame e procurar insetos.

O irmão gêmeo de James, Jude, está confuso com a situação, mas Younger foi ordenado pelo tribunal a não discutir detalhes com ele.

A mãe de James, Anne Georgulas, registrou a criança no jardim de infância como uma menina com o nome "Luna". Quando ele está com a mãe, ele se veste como uma menina e até usa o banheiro feminino.

O site americano CBN News entrou em contato com o advogado de Georgulas, mas não teve resposta antes da publicação. Seu lado pode ser visto através da ordem de restrição que ela apresentou contra Younger, proibindo-o de pegar os dois filhos na escola. A ordem também o proíbe de conversar com os professores de James ou com ele na frente de seus amigos.

"Limitar a posse consecutiva do Pai durante a noite de ambos os filhos e / ou a supervisão do pai, se ele não o chamar [James] de Luna (sic). Impedir o pai de se envolver em um comportamento não afirmativo e / ou levar Luna para fora de casa como James, ou permitindo que outros o façam ", afirma o caso dela.

Georgulas é pediatra e foi autorizada a administrar o tratamento psiquiátrico e psicológico de James e Jude. Ela levou James para ver uma conselheira, que o diagnosticou com disforia de gênero.

Younger disse: "Quando levei James para ver sua conselheira que a afirma como menina, ele foi como menino. A conselheira colocou duas notas adesivas em cima da mesa. Uma estava com James. Uma tinha o nome falso de menina. Então ela pediu: 'qual nome você quer que seja chamado, pegue a nota'. Ele pegou James. "

O pai argumentou que James não atende aos critérios para apoiar um diagnóstico de disforia pediátrica de gênero e não deve ser permitido que ele tome esse tipo de decisão que provoca alterações para o resto da vida.

Contexto

A CBN News já havia relatado outras disputas familiares sobre o sexo de uma criança. E há um debate significativo sobre a transição de crianças para o sexo oposto, mesmo entre alguns na comunidade médica secular.

"Os médicos não têm evidências de que o tratamento será o correto", explicou o psiquiatra Dr. Paul McHugh, da Universidade John Hopkins, em Baltimore. "Muitas pessoas estão fazendo o que equivale a um experimento com esses jovens sem dizer que é um experimento".

Já a pediatra Michelle Cretella disse durante um fórum da Heritage Foundation: "Doutrinar as crianças em idade pré-escolar com a mentira de que você pode ‘ficar preso no corpo errado’, mais uma vez, isso está atrapalhando os testes normais da realidade e o desenvolvimento cognitivo. Essas coisas são abusivas".

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