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Em seu discurso na ONU, Bolsonaro agradece a Deus pela oportunidade de restabelecer a verdade

Presidente do Brasil criticou a imprensa, governos europeus e cacique Raoni Metuktire

O presidente Jair Bolsonaro em discurso na Assembleia-Geral da ONU (ONU/Reprodução)

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Em discurso de abertura nesta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) abriu hoje a 74ª na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, após cumprimentar as devidas autoridades e chefes de estados presentes, o presidente agradeceu a Deus por sua vida, pela missão de presidir o Brasil e também destacou a oportunidade de restabelecer a verdade, afirmando que é uma realidade boa para todos.

Ainda no início de seu discurso, Bolsonaro falou sobre os governos anteriores ao seu e afirmou que o Brasil esteve a ponto de ser tomado pelo “socialismo”.

O presidente citou também a forma  dos regimes de países como Cuba e Venezuela e defendeu a liberdade política e econômica. “Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica e vice-versa”, disse.

Bolsonaro também reafirmou sua oposição a iniciativas internacionais que se oponham à soberania brasileira na Amazônia e rechaçou “tentativas de instrumentalizar a questão ambiental e políticas indigenistas” em prol de interesses externos.

O presidente citou a imprensa internacional pela publicação do que classificou como informações “sensacionalistas” sobre os incêndios na floresta e disse que é “falácia” afirmar que Amazônia é patrimônio da humanidade.

Em outro momento, o chefe de Estado fez alguns comentários sobre o cacique Raoni Metuktire, do povo Caiapó, afirmando que ele não representa todos os indígenas do Brasil.

Durante o discurso, Bolsonaro também defendeu a liberdade religiosa e condenou a perseguição de pessoas por causa de suas crenças:

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente. Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas. O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé. Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo. Por isso, apoiamos a criação do ‘Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença’. Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa. É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.”

Bolsonaro citou uma passagem do Evangelho João capítulo oito versículo 32, uma das marcas de sua campanha, que diz: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Ele fechou o discurso dizendo que agradecia “a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Veja e leia a íntegra do discurso abaixo:

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Fonte

Portal Gospel Play, com informações de Veja e Folha Gospel
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Em seu discurso na ONU, Bolsonaro agradece a Deus pela oportunidade de restabelecer a verdade

Portal Gospel Play, com informações de Veja e Folha Gospel

Em discurso de abertura nesta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) abriu hoje a 74ª na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, após cumprimentar as devidas autoridades e chefes de estados presentes, o presidente agradeceu a Deus por sua vida, pela missão de presidir o Brasil e também destacou a oportunidade de restabelecer a verdade, afirmando que é uma realidade boa para todos.

Ainda no início de seu discurso, Bolsonaro falou sobre os governos anteriores ao seu e afirmou que o Brasil esteve a ponto de ser tomado pelo “socialismo”.

O presidente citou também a forma  dos regimes de países como Cuba e Venezuela e defendeu a liberdade política e econômica. “Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica e vice-versa”, disse.

Bolsonaro também reafirmou sua oposição a iniciativas internacionais que se oponham à soberania brasileira na Amazônia e rechaçou “tentativas de instrumentalizar a questão ambiental e políticas indigenistas” em prol de interesses externos.

O presidente citou a imprensa internacional pela publicação do que classificou como informações “sensacionalistas” sobre os incêndios na floresta e disse que é “falácia” afirmar que Amazônia é patrimônio da humanidade.

Em outro momento, o chefe de Estado fez alguns comentários sobre o cacique Raoni Metuktire, do povo Caiapó, afirmando que ele não representa todos os indígenas do Brasil.

Durante o discurso, Bolsonaro também defendeu a liberdade religiosa e condenou a perseguição de pessoas por causa de suas crenças:

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente. Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas. O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé. Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo. Por isso, apoiamos a criação do ‘Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença’. Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa. É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.”

Bolsonaro citou uma passagem do Evangelho João capítulo oito versículo 32, uma das marcas de sua campanha, que diz: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Ele fechou o discurso dizendo que agradecia “a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Veja e leia a íntegra do discurso abaixo:

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