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"Desconhecida com doença terminal" ganha expectativa através do transplante de fígado de um cristão

Damian Delaney doou seu fígado de maneira anônima, mesmo sem conhecer o destinatário, sua ação mudou a vida de Breana Shaw

O doador de fígado, Damian Delaney, e a destinatária, Breana Shaw, se encontram pela primeira vez no Hospital Keck, em Los Angeles. (Foto: Ricardo Carrasco III/Keck Medici/TNS)

Nos últimos quatro anos, Breana Shaw estava vivendo com os dias contados. Sofrendo de doença hepática terminal, ela estava muito doente para ter uma vida normal, mas não estava qualificada para um transplante de fígado de um doador cadáver.

Mas em dezembro do ano passado, ela conseguiu o melhor presente de Natal de sua vida — uma doação de órgão anônima. O fígado de Damian Delaney, 57 anos, foi a combinação perfeita para Shaw, 30 anos.

O transplante foi realizado no Hospital Keck, em Los Angeles. Em março, Shaw e Delaney se encontraram pela primeira vez em lágrimas e abraços prolongados. É difícil para Shaw descrever a profundidade de sua gratidão, mas ela disse que agora considera Delaney da família.

“Eu realmente não achei que houvesse pessoas no mundo como ele, mas lá está ele. Eu me sinto muito abençoada por tê-lo conhecido”, disse ela. Delaney, como doador vivo, é o mais raro de doadores de órgãos.

O transplante do lobo hepático submeteu Delaney a uma grande cicatriz e uma recuperação longa e dolorosa. Mas ao contrário de uma doação de rim, seu fígado volta a crescer em apenas dois meses.

Mesmo sofrendo alguns efeitos da cirurgia, Delaney disse que nunca se sentiu melhor sobre a escolha que fez. Ele encara sua doação como reflexo do amor cristão.

“Sempre fui uma pessoa de fé e sempre fui grato por Deus ter me abençoado com boa saúde”, afirmou. “Quando vi que todo tipo de pessoa estava morrendo com doenças do fígado, isso me tocou. Essa foi a minha oportunidade. Era meu dever como cristão fazer isso por alguém”.

O Keck é o único hospital no sul da Califórnia que realiza transplantes de fígado de doadores vivos. Yuri Genyk, o cirurgião que realizou o transplante de Shaw, disse que nos 20 anos desde que a instituição iniciou seu programa de transplante de fígado, houve apenas oito doadores de fígado anônimos.

“Me surpreende conversar com esses doadores altruístas”, disse Genyk. “Eu saio do quarto e penso que sou um egoísta. Algumas pessoas realmente têm mais prazer em dar, do que em receber”.

Inspirado por Delaney, Shaw disse que gostaria de mudar de profissão e encontrar um emprego onde possa ajudar os outros.

“Recebi uma segunda chance e sinto a responsabilidade de fazer com que minha vida signifique algo”, disse ela. “Depois que fiquei doente, deixei o medo me impedir de fazer as coisas que queria fazer. Agora quero dizer sim a tudo”.

Fonte

Portal Gospel Play, com informações de Guiame, via San Diego
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Portal Gospel Play, com informações de Guiame, via San Diego

Nos últimos quatro anos, Breana Shaw estava vivendo com os dias contados. Sofrendo de doença hepática terminal, ela estava muito doente para ter uma vida normal, mas não estava qualificada para um transplante de fígado de um doador cadáver.

Mas em dezembro do ano passado, ela conseguiu o melhor presente de Natal de sua vida — uma doação de órgão anônima. O fígado de Damian Delaney, 57 anos, foi a combinação perfeita para Shaw, 30 anos.

O transplante foi realizado no Hospital Keck, em Los Angeles. Em março, Shaw e Delaney se encontraram pela primeira vez em lágrimas e abraços prolongados. É difícil para Shaw descrever a profundidade de sua gratidão, mas ela disse que agora considera Delaney da família.

“Eu realmente não achei que houvesse pessoas no mundo como ele, mas lá está ele. Eu me sinto muito abençoada por tê-lo conhecido”, disse ela. Delaney, como doador vivo, é o mais raro de doadores de órgãos.

O transplante do lobo hepático submeteu Delaney a uma grande cicatriz e uma recuperação longa e dolorosa. Mas ao contrário de uma doação de rim, seu fígado volta a crescer em apenas dois meses.

Mesmo sofrendo alguns efeitos da cirurgia, Delaney disse que nunca se sentiu melhor sobre a escolha que fez. Ele encara sua doação como reflexo do amor cristão.

“Sempre fui uma pessoa de fé e sempre fui grato por Deus ter me abençoado com boa saúde”, afirmou. “Quando vi que todo tipo de pessoa estava morrendo com doenças do fígado, isso me tocou. Essa foi a minha oportunidade. Era meu dever como cristão fazer isso por alguém”.

O Keck é o único hospital no sul da Califórnia que realiza transplantes de fígado de doadores vivos. Yuri Genyk, o cirurgião que realizou o transplante de Shaw, disse que nos 20 anos desde que a instituição iniciou seu programa de transplante de fígado, houve apenas oito doadores de fígado anônimos.

“Me surpreende conversar com esses doadores altruístas”, disse Genyk. “Eu saio do quarto e penso que sou um egoísta. Algumas pessoas realmente têm mais prazer em dar, do que em receber”.

Inspirado por Delaney, Shaw disse que gostaria de mudar de profissão e encontrar um emprego onde possa ajudar os outros.

“Recebi uma segunda chance e sinto a responsabilidade de fazer com que minha vida signifique algo”, disse ela. “Depois que fiquei doente, deixei o medo me impedir de fazer as coisas que queria fazer. Agora quero dizer sim a tudo”.